

Forma colônias ramificadas, com pólipos isolados na extremidade dos ramos. É comum encontrarmos está espécie nas bordas dos recifes, é endêmica do Brasil. Sua coloração varia entre cinza, verde, e amarelo. Resiste bem a turpidez moderada das águas.
É comum encontrarmos essa espécie nas poças de mares, áreas bem iluminadas e submersas. Sua colônia tem formas maciças, esférica, hemisférica ou incrustante. Resiste bem a mudança das condições ambientais, tais como, temperatura, salinidade e turpidez. A coloração varia entre amarelo claro, marron e muitas vezes os pólitos são verdes. Faz parte do grupo dos antózoarios ou seja fixo no chão com a boca voltada para cima.
A população do Sula leucogaster é bem menor do que o Sula dactylatra (Atobá branco) porem o Sula leucogaster é comum na costa brasileira.
A coloração do bico difere o sexo, a fêmea apresenta uma coloração amarela rosada e o macho amarelo azulado.
Nidifica principalmente nas ilhas Redonda e Sueste porem encontramos ninho na Santa Bárbara e na Siriba.
Põe 1 ou 2 ovos mas apenas 1 sobrevive pois o filhote maior acaba expulsando o menor do ninho, as vezes encontramos ninhos que não à essa interferência do filhote e os 2 crescem e sobrevivem.
Embarque nesse paraíso. Descubra os tesouros de Abrolhos!
Com a intenção de mostrar as pessoas um pouco mais de Abrolhos resolvi criar este blog, pra quem deseja acompanhar a beleza e a magia que Abrolhos nos proporciona, aqui é o lugar ideal. Agradeço a Deus todos os dias por esse paraíso. A preservação é essencial aqui.
O vôo da fragata, o canto da Grazina, o som suave do vento, tudo se transforma em melodia, uma linda melodia jamais esquecida pra quem esteve em Abrolhos.
Embarque nesse paraíso. Descubra os tesouros de Abrolhos!
sejam bem vindos!
Abrolhos vem da advertência de navegantes portugueses aos perigos de navegação, Abrolhos significa abra os olhos. Em 1503 o navegador português Américo Vespucio anotou: “Quando te aproximares da terra abra os olhos” daí o nome!
Há mais de 200 milhões de anos surgiram os corais, esses seres se multiplicaram e vêm ocupando um dos mais importantes ambientes marinhos, os recifes de corais.
Recifes de corais são estruturas sólidas, formadas pelo acumulo dos próprios corais, e especialmente por algas.
Alguns corais, descobertos agora, têm mais de 10 mil anos. Encontramos todas as espécies registradas no Brasil no arquipélago de Abrolhos.